sábado, 7 de maio de 2022

terça-feira, 3 de maio de 2022

Musicalidade e Interpretação Textual - Música: Meninos

 Musicalidade e Interpretação Textual - Música: Meninos de Juraildes da Cruz


Meninos

Autor: Juraildes da Cruz

 

Vou pro campo

No campo tem flores,

As flores tem mel,

Mas a noitinha estrelas no céu, no céu, no céu.

 

O céu da boca da onça é escuro,

Não cometa, não cometa

Não cometa furos,

Pimenta malagueta não é pimentão, tão, tão.

 

Vou pro campo

Acampar no mato,

No mato tem pato, gato, carrapato,

Canto de cachoeira.

 

Dentro d’água

Pedrinhas redondas,

Quem não sabe nadar

Não caia nessa onda,

Que a cachoeira é funda

E afunda.

 

Não sou tanajura

Mas eu crio asas,

Com os vagalumes

Eu quero voar, voar, voar.

 

O céu estrelado hoje é minha casa,

Fica mais bonita

Quando tem luar, luar, luar.

 

Quero acordar

Com os passarinhos,

Cantar uma canção

Com o sabiá.

 

Queremos, queremos, queremos, queremos

Queremos acordar com os passarinhos,

Cantar uma canção

Com o sabiá.

 

Dizem que verrugas

São estrelas

Que a gente aponta,

Que a gente conta

Antes de dormir, dormir, dormir.


Eu tenho contato

Mas não tem nascido,

Isso é estória de nariz comprido,

Deixe de mentir, mentir, mentir.

 

Os sete anões pequeninos,

Sete corações de meninos

E a alma leve, leve, leve.

 

São folhas e flores ao vento,

O sorriso e o sentimento

Da Branca de Neve, neve, neve.

 

Não sou tanajura

Mas eu crio asas,

Com os vagalumes

Eu quero voar, voar, voar.


O céu estrelado hoje é minha casa,

Fica mais bonita

Quando tem luar, luar, luar

 

Quero acordar

Com os passarinhos,

Cantar uma canção

Com o sabiá.

 

Queremos, queremos, queremos, queremos

Queremos acordar com os passarinhos,

Cantar uma canção

Com o sabiá.

 

Queremos, queremos, queremos, queremos

Queremos acordar com os passarinhos,

Cantar uma canção

Com o sabiá

Turma da Mônica em - Doença de Chagas (Barbeiro)

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domingo, 1 de maio de 2022

3 Palavrinhas - Com Legenda para Aprender a Cantar

Homenzinho Torto 

Por Dentro, Fora, Alto, Embaixo

Ah! Eu Amo a Cristo

Deus é Amor

Deus é Bom Pra Mim

É Bom. É Muito Bom

Deus é Tão Bom - God Is So Good

Rei Davi

Estátua de Sal

Leia o HQ Cascão - Campo de Guerra

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Literatura de Cordel

    


    A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome que vem lá de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, herdamos o nome (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

    A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536).Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.

    No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Veja um exemplo abaixo de Literatura de Cordel:

Cordel - O Barato da Barata